segunda-feira, 15 de abril de 2013

Diretora do Colégio Estadual Higino da Silveira, esclarece o protesto realizado hoje por estudantes da unidade.

Foto: Rogerio Noboa Jr.

TERESÓPOLIS 24 HORAS procurou  a direção do Colégio Estadual Higino da Silvera, na Várzea, para saber sobre as razões do protesto de alunos realizado hoje, 15, contra o fechamento de algumas salas de aula. 

A Diretora, a professora Adriana Gaspar Coutinho, nos disse que o fechamento das salas foi uma orientação da Secretaria de Educação do Estado, em virtude do baixo número de alunos por sala de aula no primeiro e segundo ano do turno da tarde.  

Ocorre que, no início do ano letivo, a programação de alunos por sala era de 30 a 35 alunos, mas muitos saíram da escola por motivo de trabalho ou desistência. As turmas tiveram uma baixa de cerca de 50%,  e não foi possível manter do jeito que estava. "Remanejamos alunos e professores para que cada turma fique com pelo menos 30 alunos que é a nossa previsão. Isso, infelizmente, vai de encontro ás preferências individuais, e certos alunos não aceitam a mudança de turma e de professor. Não há, entretanto, falta de salas ou de professores. Todos os alunos estão com suas vagas garantidas e o padrão educacional não será alterado", disse Adriana. A diretora nos disse, também, que todos os professores continuam na Escola, e é a primeira vez que uma situação como essa ocorre na sua gestão.